No mês em que é celebrada a Semana Mundial do Meio Ambiente, a Camorim Serviços Marítimos reforça sua estratégia de sustentabilidade com iniciativas voltadas à economia circular, reaproveitamento de resíduos, eficiência energética e redução de impactos ambientais em suas operações.
Entre os projetos desenvolvidos pela companhia está o “Upcycling: Ressignificando resíduos”. Ele foi criado para transformar equipamentos de proteção individual (EPIs) e outros resíduos têxteis gerados internamente em novos produtos, como bolsas, nécessaires, carteiras, chaveiros e cases para laptops. Desde o segundo semestre de 2025, o projeto já transformou assim cerca de 155 kg de resíduos têxteis em aproximadamente 600 novos itens. A iniciativa evitou dessa forma a emissão de cerca de 186,5 kg de CO2e na atmosfera.
A iniciativa surgiu a partir da necessidade de dar um novo destino aos materiais utilizados diariamente nas operações da companhia. Anualmente, a Camorim adquire cerca de 5 mil uniformes e EPIs para seus colaboradores, seguindo rigorosamente as normas de segurança do setor marítimo.
“O setor marítimo realmente possui desafios importantes quando falamos de sustentabilidade, principalmente por se tratar de operações complexas e de alta exigência técnica. Ao mesmo tempo, é um segmento que historicamente desenvolveu uma cultura muito forte de segurança, proteção da vida e cuidado com o meio ambiente”, afirma Plínio Sales, diretor estratégico da Camorim.
“Nós entendemos que o papel das empresas vai além da operação em si. No nosso segmento, temos uma responsabilidade importante não apenas do ponto de vista ambiental, mas também social, especialmente nas regiões onde atuamos”, destaca o executivo.
Segundo a companhia, a proposta é que as boas práticas implementadas no Rio de Janeiro sejam gradualmente expandidas para outras operações da empresa no país. “A Camorim opera em diferentes estados do Brasil e nosso objetivo é que as boas práticas desenvolvidas localmente possam ser portanto replicadas gradualmente em outras operações da companhia”, explica o executivo.
Outra frente de atuação da empresa envolve iniciativas de eficiência energética e redução de emissões. Uma delas é o Projeto Luz-Terra, implementado nos portos do Rio de Janeiro e de Itaguaí. Ele permite que os rebocadores utilizem uma fonte fixa de energia em terra durante os períodos de espera operacional. Isso reduz o consumo de diesel e as emissões associadas à atividade.
“A utilização de energia fixa em terra para os rebocadores vem trazendo resultados positivos tanto do ponto de vista ambiental quanto operacional. A Camorim acompanha de perto a evolução dessas soluções e enxerga esse tipo de tecnologia como parte importante do processo de transição energética e modernização do setor marítimo”, afirma.
No estaleiro da companhia, localizado em Niterói (RJ), também são desenvolvidas ações voltadas à redução de impactos ambientais. Entre elas, o reaproveitamento de água da chuva por meio de tanques de captação e a utilização de painéis solares para geração de energia.
Segundo a empresa, as iniciativas sustentáveis vêm sendo bem recebidas tanto internamente quanto pelo mercado. “Quando as iniciativas fazem sentido na prática operacional e geram ganhos concretos, seja na redução de resíduos, eficiência energética ou melhoria de processos, o engajamento acontece de forma natural”, afirma o diretor.
Para a companhia, sustentabilidade deixou de ser apenas uma tendência e passou a fazer parte da preparação do setor para o futuro. “O mercado hoje valoriza cada vez mais operações sustentáveis, eficientes e responsáveis. Entendemos que esse é um caminho sem volta para o setor marítimo”, conclui.





